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A "négritude" de Aimé Césaire

 A négritude de Aimé Césaire por Arnaldo Rosa Vianna Neto Tomando como referências textuais o longo poema de Cahier d’un retour au pays natal (1983) do antilhano Aimé Césaire, o Prefácio Un grand poète noir do francês André Breton à edição Bordas de 1947 do Cahier, e os Manifestos surrealistas da vanguarda européia da década de 20 (Breton, 1975), avalio, neste artigo, o papel do movimento cultural da Négritude no processo de construção do discurso pós-colonial das Antilhas Francesas de onde emerge o debate sobre identidades nacionais caribenhas. Considerados emblemáticos na análise do tema proposto, privilegio como referência teórica os estudos : Orphée Noir de Jean-Paul Sartre (1948), Bonjour et adieu à la Négritude de René Depestre (1980), La manière nègre de Jean-Daniel Lafond (1993), Généralités sur ‘l’écrivain de couleur’ antillais, Prefácio de René Ménil para a revista Légitime Défense (1979) e o artigo Nègreries de Césaire para o jornal L’Étudiant Noir publicado em 1935. Art...

As origens do movimento negro em Portugal (1911-1933)

  Pedro Varela e José Augusto Pereira, "As origens do movimento negro em Portugal (1911-1933): uma geração pan-africanista e antirracista" In Revista de História, USP, N.º179, 2020. Artigo completo aqui . Autore

Textos sobre colonialismo e escravatura

  Colonialismo em São Tomé e Príncipe: hierarquização, classificação e segregação da vida social (openedition.org) Memorial da Escravatura e no Tráfico Negreiro http://casacomum.org/cc/img/destaques/2016/112/Catalogo_Memorial_Escravatura.pdf Moçambique no século XIX: do comércio de escravos ao comércio legítimo https://periodicos.ufes.br/index.php/dimensoes/article/view/4320

De escravos a "serviçais", de "serviçais" a "contratados", por Maria da Conceição Neto

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  Artigo disponível em PDF aqui .

Filhos da Terra

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Os panos de Cabo Verde: tecnologia africana e escravidão atlântica

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Alvará da Abolição da Escravatura

Alvará determinando que os pretos que forem trazidos da América, África e Ásia, passado o tempo que menciona, sejam considerados livres logo que cheguem aos portos deste reino, sem outra formalidade mais que passarem-lhes nas respectivas alfândegas, a competente certidão de terem nelas entrado. 1761-09-19. Portugal, Torre do Tombo,  Leis e ordenações, Leis, mç. 6, n.º 40 . "Fica abolido o estado de escravidão em todos os territórios da monarquia portuguesa, desde o dia da publicação do presente decreto. Todos os indivíduos dos dois sexos, sem excepção alguma, que no mencionado dia se acharem na condição de escravos, passarão à de libertos e gozarão de todos os direitos e ficarão sujeitos a todos o deveres concedidos e impostos aos libertos pelo decreto de 19 de Dezembro de 1854." D. Luís, Diário do Governo, 27 de Fevereiro de 1869 ·           1772 O julgamento do escravo fugitivo Somersett, abre precedente para que a Justiç...